

Nosso radar chegou com
sua última edição.

O BBB26 foi icônico e os números não mentem.
O volume de conversas já impressiona, mas o destaque está na qualidade dessa atenção:
o engajamento cresceu, mostrando um público mais ativo, mais envolvido e mais disposto a participar.
E as marcas também acompanharam esse movimento. As menções sobre patrocinadores cresceram 454%, sinal de que não foi só mais gente falando de BBB, mas mais gente falando das marcas dentro dele.
O BBB26 rendeu mais de 3x mais conversas que o BBB25.
COMPARATIVO VOLUME DE MENÇÕES BBB25 X BBB26

OLHA ELAAAAAA!!!
O maior pico de conversas do BBB25 aconteceu justamente no Sincerão com a participação da Ana Paula Renault.

FONTE: Radar Espiadinha - BBB25

Da TV Aberta à Estratégia Multiplataforma
O BBB26 fechou nos mostrando um cenário diferente quando se fala de audiência. Mesmo com uma recuperação, a edição ainda ficou longe do desempenho histórico da TV aberta.

A audiência do BBB26 cresce em relação ao ano passado, mas ainda é a 2ª pior da história do programa.
FONTE: TecMundo
Essa audiência representa uma queda de 42% em relação ao BBB21 (com a maior audiência da história) e de 17,3% em relação ao BBB24 (primeiro BBB completamente fora
do contexto pós-pandemia).
A edição alcançou mais de 130 milhões de brasileiros na TV aberta, mostrando que o alcance segue massivo, mas já não representa o comportamento de todo mundo que consome BBB.
Durante muitos anos, o BBB foi um produto essencialmente de TV aberta.
Hoje, ele opera em uma lógica diferente: distribuída, fragmentada e multiplataforma.
O BBB26 se consolidou como a edição com
maior consumo da história do Globoplay.
A plataforma, que ganhou tração especialmente a partir de 2020 com a pandemia e o consumo mais intenso de streaming, hoje é peça central na forma como o BBB é consumido.

Logo na estreia, o programa já teve o melhor início da história no streaming, com crescimento de 17% em relação à edição anterior
No primeiro mês:
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+37% em horas consumidas
-
+38% em usuários ativos
-
+85% de crescimento entre jovens de 18 a 24 anos
Ao longo da temporada, os números escalam ainda mais:
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+56% em horas assistidas
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+38% em usuários
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+68% em novas assinaturas impulsionadas pelo programa
No acumulado da temporada, o ecossistema digital da TV Globo (somando Globoplay, Gshow e redes) bateu mais de 41 bilhões de visualizações, o triplo do BBB 25 e o dobro do BBB 24.
O BBB hoje não tem uma única “segunda tela”, ele se desdobra em vários comportamentos, dependendo da plataforma:

E com as redes sociais o BBB é vivido ao longo do dia.
No X (Twitter), ele vira comentário em tempo real.
No TikTok, vira corte e viral.
No Instagram, vira repercussão e meme.
Em grupos (como WhatsApp/Telegram), vira conversa e torcida.
A #BBB
conta com mais de 2.4MM de publicações no TikTok
FONTE: TikTok
Foram 32 bilhões de visualizações apenas nas redes sociais proprietárias da Globo
FONTE: GKPB
No fim, não existe mais um único jeito de assistir, os meios não competem, eles se complementam.
A TV concentra os grandes momentos ao vivo, enquanto o digital estica a atenção, amplia a conversa e mantém o programa vivo 24 horas por dia.
FONTE: Gshow | Diário de Cuiabá | Exame | Estadão | TecMundo
As marcas foram grandes protagonistas na edição
+4.48MM
de menções relacionadas aos patrocinadores desde o início do reality.
Foram quase 8 BILHÕES de alcance.
Frequência + mimos = A fórmula do topo?


Seguiu uma lógica parecida de presença, mas com uma diferença importante: usa cupons como moeda direta. A marca também ativou fandoms de participantes, criando metas de comentários para liberar benefícios e premiar os mais engajados.


O que aprendemos?
Transformar torcida em mecânica de engajamento acelera volume e conecta conversa com conversão.


A marca se posicionou como uma “comentarista oficial” do BBB26, reagindo em tempo real a tudo que acontecia no programa.
Além disso, fez diversas ações de engajamento, como sorteios de iPhones e outros eletrônicos, atrelados a hashtags, o que garantiu picos constantes de comentários.


O que aprendemos?
Presença contínua + linguagem humana colocam a marca dentro da cultura, não só como anunciante.

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Apostou em mimos e ativações mais leves, ancoradas no carisma dos participantes.
O destaque está em usar quem já consome o produto dentro da casa, como a Milena, trazendo uma camada de naturalidade para a comunicação.


O que aprendemos?
Quando o uso já é orgânico, a marca ganha legitimidade para amplificar.
PONTO DE ATENÇÃO
Embora essa estratégia de "engajamento patrocinado" seja extremamente eficaz para liderar volume, ser a marca mais mencionada não significa, necessariamente, ser a marca mais lembrada quando se fala de BBB. Não é só sobre gerar engajamento, mas sobre como sustentar essa conversa.

✨ O BBB26 deu espaço para muitas
marcas brilharem ✨
Para além do TOP3
Mercado Pago




O Mercado Pago foi além da cota tradicional e transformou o jogo em mídia.
Envelopou momentos de alta tensão, do Big Fone ao Quarto Secreto, conectando o “render 140%” a prêmios e dinâmicas reais. Também inovou com ativações inéditas, como levar participantes ao Sambódromo.
Mais do que presença, entregou formatos diferentes, integrou produto, narrativa e entretenimento de um jeito que marcou a edição.
MRV

A MRV mudou o jogo ao redefinir o que era vencer dentro da casa.
Ao condicionar o apartamento ao Top 10 + liderança, criou um novo objetivo de sobrevivência, especialmente para quem não se via como campeão.
Mais do que prêmio, virou meta real de jogo e manteve a marca no centro da narrativa o tempo todo.
AMSTEL


A Amstel transformou meme em campanha.
A fanfic de Christiane Torloni no BBB26 virou meme.
A marca captou o movimento e levou a piada para a TV, com um comercial no intervalo do programa.
Mais do que surfar o assunto, materializou a conversa e mostrou como escuta rápida vira ideia grande.
Para além do patrocínio
Burger King

Burger King contrata irmã gêmea de Milena.
Como seu maior concorrente (McDonald's) era o patrocinador oficial, a ação foi calculada para invadir o assunto do reality usando apenas a identidade visual idêntica das irmãs.
FYS

Fys e Kerline na primeira eliminação do BBB26
Com seu posicionamento focado em "menos marketing", a marca hackeou o ecossistema do reality chamando Kerline (a icônica primeira eliminada do BBB21). Dessa forma, a marca conversou diretamente com a cultura do fã de reality sem pagar pela cota de patrocínio.
Duolingo

Duolingo pelo fim do Chaianês
Quando a participante Chaiany começou a falar em um "portunhol" ("Chaianês"),
o Duolingo rapidamente tuitou que teria muito trabalho para ensinar espanhol direito para ela. Assim que a sister foi eliminada, a marca colocou a promessa em prática e fechou uma ação com Chaiany fazendo aulas reais com o mascote da marca.

Qual o próximo nível?
No quesito ativações de marca, o programa já mostra sinais de evolução com formatos menos óbvios, como inserções via Big Fone, Quarto Secreto e dinâmicas cada vez mais integradas ao jogo.

Com tantos espaços já ocupados, a inovação passa menos por “onde aparecer” e mais por “em que momento entrar”.


O próximo nível parece estar na associação a momentos de alta tensão, dinâmicas que concentram atenção, emoção e conversa nas redes, como Sincerão, Barrados no Baile e Castigo do Monstro.
Mas esses espaços também carregam uma carga mais negativa, o que ainda deixa muitas marcas mais cautelosas na associação.
E é justamente aí que mora a oportunidade: entrar nesses momentos com estratégia, seja suavizando ou transformando a tensão em entretenimento.
Mais do que presença, o diferencial passa a ser contexto.
Marcas que conseguirem se integrar aos picos emocionais do jogo tendem a gerar mais relevância do que aquelas restritas aos espaços tradicionais.



